Marca
Posicionamento, identidade, conteúdo orgânico, web e direção criativa. A frente que faz a empresa ser percebida pelo valor que entrega, e não pelo preço que cobra.
Conhecer o PedroAqui dentro, a operação de marketing e vendas divide a mesma mesa, o mesmo número e o mesmo prazo.
Esta página é pra quem já entendeu o que a gente faz e quer ver como a gente opera.
45 minutos. Sem apresentação institucional.
Conteúdo, anúncios, funil e comercial alinhados.
O ajuste é decidido na reunião, e não por e-mail.
Posicionamento, oferta e canal reavaliados.
A fratura clássica que cobra caro e entrega pela metade.
A agência cuida da marca. A consultoria destrava a venda. As duas falam idiomas diferentes, cobram em separado e devolvem pra você a parte mais difícil: traduzir uma pra outra.
O resultado é marca bonita parada e venda agressiva queimando o que sobrou. O Grupo PV existe pra encerrar essa tradução.
Marketing sem comercial é audiência sem faturamento.
Marca e vendas operam integradas. Não conversam em reunião: operam juntas.
Posicionamento, identidade, conteúdo orgânico, web e direção criativa. A frente que faz a empresa ser percebida pelo valor que entrega, e não pelo preço que cobra.
Conhecer o PedroProcesso comercial, diagnóstico de funil, mentoria de time, conteúdo de conversão e leitura de número. A frente que transforma a oportunidade em contrato fechado.
Conhecer a PatiNão é venda casada. As duas frentes começam, operam e revisam juntas, do resumo inicial à reunião de número.
Sem nome de fantasia e sem modelo de slide. O que a gente faz é isto:
A gente lê número, processo, marca e discurso da empresa. Olha o funil de venda, o conteúdo, o que o time fala em reunião e o que o cliente entende lá fora. No fim, o gargalo aparece, quase sempre longe de onde a empresa achava.
Decisão de marca e de venda partindo da mesma frase: quem você é, pra quem fala e contra o quê. Um posicionamento que cabe no Instagram, na proposta comercial e na reunião do time.
Marca aplicada onde precisa ser vista. Funil construído onde a venda acontece. Conteúdo rodando com lógica de autoridade. Time comercial treinado pra fechar dentro do discurso que a marca sustenta.
Acompanhamento contínuo, com revisão por número. Quando algo não funciona, a gente ajusta, sem maquiar relatório.
Nada é PDF bonito de prateleira. Tudo é documento vivo, revisado em reunião. Cada etapa tem início, fim e dono. Combinado é combinado.
Ritmo de operação separa execução de improviso.
Reunião interna. Conteúdo programado, anúncios em revisão, funil monitorado e comercial alinhado com o que a marca fala lá fora.
Leitura de número: custo de aquisição, custo por contato, conversão por etapa e ciclo de venda. O ajuste é decidido na reunião, e não por e-mail.
Revisão com fundador ou liderança. Posicionamento, oferta e canal reavaliados: o que mudou no mercado, o que mudou na empresa, o que precisa de novo rumo.
Painel existe pra decidir. Cada número tem uma decisão amarrada.
Quanto você gasta pra trazer cada cliente novo. Se sobe todo mês, algo entre o anúncio e o pix está vazando.
Quanto cada cliente gera de receita ao longo do tempo. Com LTV baixo, vender mais só cansa a operação.
De cada 100 contatos, quantos viram reunião. De cada 10 reuniões, quantas viram contrato. É aqui que o gargalo aparece.
Quanto tempo leva do primeiro contato até o fechamento. Ciclo longo demais costuma ser marca fraca atrás de proposta forte.
Quanto custa cada oportunidade. Em 2025, o custo por contato em campanhas de cadastro no Facebook subiu 21% nos Estados Unidos, segundo a WordStream. No Brasil, desde janeiro de 2026 a Meta repassa PIS/Cofins e ISS ao anunciante: cerca de 12,15% a mais na fatura. Quem não revisou a estrutura comercial paga mais pra vender o mesmo.
Retorno sobre o que entra em anúncios. Sozinho engana. Cruzado com a taxa de fechamento, mostra a conta completa.
Fontes: WordStream (LocaliQ), Facebook Ads Benchmarks 2025, análise de mais de mil campanhas, majoritariamente americanas; comunicado da Meta sobre repasse de tributos no Brasil em 2026, noticiado pelo TI Inside em 3 de setembro de 2025. Cada número tem uma decisão amarrada. Não existe número solto na operação.
Operação é time desenhado pra cada projeto, e não uma dupla.
A frente comercial é liderada pela Pati Velles: diagnóstico, mentoria de time e revisão de funil. A frente de marca é liderada pelo Pedro Screltz: posicionamento, direção criativa e conteúdo orgânico.
As frentes de execução (tráfego pago, redes sociais, design e web) entram conforme o escopo do projeto e respondem direto à dupla.
A gente prefere dizer agora a descobrir no terceiro mês.
Se você reconheceu o cenário, a gente agradece a honestidade e indica um caminho. Não empurra contrato.
Respostas diretas, do jeito que a gente responde na reunião.
Funciona em quatro etapas conectadas: diagnóstico, posicionamento, estrutura e operação contínua. Marca e comercial operam na mesma mesa, com o mesmo número e o mesmo prazo. Cada etapa tem entregável escrito, prazo combinado e dono definido.
Cada etapa gera documento: resumo operacional, mapa de gargalos, diagnóstico comercial, mapa de posicionamento, plataforma verbal, funil documentado, roteiro comercial, calendário editorial, painel de indicadores e ata de cada reunião. Tudo é documento vivo, revisado em reunião.
A operação acompanha o custo de aquisição de cliente (CAC), o valor do cliente ao longo do tempo (LTV), a conversão por etapa do funil, o ciclo de venda, o custo por contato e o retorno sobre anúncios (ROAS). Cada métrica tem uma decisão amarrada, e nenhum número fica solto no painel.
Semanal: reunião interna de operação, com conteúdo, anúncios, funil e comercial. Mensal: reunião com a empresa contratante para leitura de número e decisão de ajuste. Trimestral: revisão com fundador ou liderança sobre posicionamento, oferta e canal.
Atendemos o Brasil todo em formato remoto, com encontros presenciais quando o projeto pede. A operação não muda com o CEP. O que muda é a frequência da reunião na sua mesa.
Reuniões de número e revisões trimestrais acontecem online.